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Fernando Daibert de Araujo

Psicólogo clínico, formado pela Universidade Estadual de Maringá, com especialização em Análise Institucional, Esquizoanálise e Esquizodrama. Certificado em EMDR e que atua com psicoterapia desde 2008.
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Apresentação

Nesses 10 anos de experiência trabalhei com pacientes em diferentes momentos de suas vidas, o que me permitiu desenvolver uma visão teórica e prática de problemas atuais que refletem tanto na esfera pessoal quanto profissional, desde a relação da depressão com a falta de respeito e reconhecimento no trabalho, como a morte de uma pessoa próxima, a instabilidade emocional durante um processo de separação, adicções, transtornos de estresse pós-traumático, pânico, fobias, transtornos sexuais, mudança de trabalho e demais dificuldades que afetam negativamente a saúde mental.

Em minha prática utilizo uma combinação de estratégias clínicas centrada nas necessidades específicas de cada paciente que visa a reestabelecer o equilíbrio psíquico, a fim de eliminar as causas dos comportamentos disfuncionais e fortalecer as estruturas saudáveis, gerando um ciclo de auto cuidado e desenvolvimento constante, com resultados perceptíveis e satisfatórios pessoal e socialmente.

Fernando Daibert de Araújo

Se você possui um ou mais dos seguintes sintomas,
agende uma consulta e melhore
sua qualidade de vida

  • Dificuldade de planejar o futuro
  • Medo paralisador
  • Crises de ansiedade
  • Flashbacks de situações ruins
  • Dificuldades de comunicação
  • Dificuldade para relacionar-se
  • Baixa auto-estima
  • Nada parece andar na vida

Como tratamentos através do EMDR podem
oferecer resultados satisfatórios para você

Fobias e transtornos

Fobia social, fobia específica, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno de ansiedade generalizada e transtorno obsessivo compulsivo (TOC) são alguns dos transtornos de ansiedade mais comuns e conhecidos.
Por meio do protocolo de EMDR é possível identificar estas situações e ativar a capacidade de processamento adaptativo de informações do cérebro, evitando que aflorem as sensações corporais e as emoções, bem como os pensamentos negativos decorrentes destes acontecimentos, viabilizando respostas mais adequadas às ocorrências cotidianas que geram o mal-estar.

Distúrbio do pânico

É considerado um transtorno de ansiedade que limita em alto grau a possibilidade do paciente tomar uma atitude, uma vez que entre os sintomas da síndrome do pânico é bastante comum que tenha medo de um novo ataque e venha a morrer. A base destes comportamentos disfuncionais está em vivências em algum momento da vida que não foram adequadamente processadas pelo cérebro do paciente.
Por meio do protocolo de EMDR é possível identificar estas situações e ativar a capacidade de processamento adaptativo de informações do cérebro, evitando que aflorem as sensações corporais e as emoções, bem como os pensamentos negativos decorrentes destes acontecimentos, viabilizando respostas mais adequadas às ocorrências cotidianas que geram o mal-estar.

Depressão

Depressão é um transtorno mental e não deve ser confundida com os seus sintomas, tais como crises de ansiedade, tristeza persistente ou falta de apetite.
Todos nós podemos passar por períodos difíceis que nos abalam profundamente e nos deixam muito ansiosos, o que não significa que estamos deprimidos. Depressão é uma doença séria, que traz consigo sensações persistentes de tristeza, solidão, aflição, inutilidade e dor emocional. A depressão tem cura e há muitas alternativas eficientes para alcançá-la. Uma avaliação muito criteriosa, por meio de entrevistas e alguns questionários, é fundamental para definir junto ao paciente os melhores caminhos a fim de que o tratamento seja rápido e eficaz.

Sobre o EMDR

EMDR é a abreviação para Movimento Ocular, Dessensibilização e Reprocessamento. (Eye Movement Dessensitization and Reprocessing). Dessensibilização da emoção sentida durante a recordação de um evento traumático; e Reprocessamento das memórias dos eventos traumáticos, que não passaram pelo processo requerido em tempo real. (Tal Coitroru, 2014)

Quero entender melhor

A teoria do EMDR se baseia na capacidade do cerebro de lidar com as situacoes que vivenciamos todos os dias, atraves de um mecanismo que chamado de Processamento Adaptativo de Informação. É através desse mecanismo que todas as experiências que vivemos são processadas e armazenadas, fazendo com que as situações que vivemos no passado nos sirvam de lembrança e aprendizado.

Quando uma situação traumática acontece, essa capacidade é ativada, mas por alguma razão pode ser que ela não consiga processar a informação (devido a intensidade da situação ou pelo fato da experiência acontecer em um momento da vida em que essa capacidade ainda não esteja plenamente desenvolvida, como na infância, por exemplo). Quando isso acontece, essa experiência fica armazenada em estado bruto, como se estivesse dentro de uma cápsula (ilustrativamente falando já que o cérebro funciona através de redes neurais conectadas entre si), com a imagem original, alguns pensamentos perturbadores, emoções negativas e sensações físicas, sendo deflagrados repetidas vezes, sem que haja o processo de aprendizagem, ou seja, acabamos reagindo a situações no presente ainda presos a antigos eventos que não foram processados adequadamente no nosso passado.

A grande mudança proposta pelo EMDR se dá justamente na possibilidade de encontrar essas cenas que deram inicio a esse comportamento disfuncional e forçar, estimular e dar a oportunidade ao cérebro do próprio paciente a reprocessá-las, terminando o trabalho que deveria ter sido realizado há algum tempo.

A metodologia

Quando elaboramos um plano de trabalho com o EMDR, focalizamos em três períodos do tempo diferentes. O primeiro deles refere-se aos eventos do passado que se encontram armazenados em estado bruto, sem terem sido processados, e em função disso acabam criando um problema. O segundo período compreende os sintomas e conseqüências dessas memórias no presente, os disparadores atuais. O terceiro período remete-se ao futuro desejado pelo paciente no que diz respeito ao problema em questão.

Conhecer e compreender as 8 fases do tratamento

Fase 1

É feito o levantamento da historia clinica do paciente, a identificação das metas a serem trabalhadas, e a elaboração do plano de tratamento. Esse processo dura algumas sessões.

Fase 2

É um momento de preparação do paciente, onde alguns recursos positivos são resgatados ou instalados para que o mesmo possa dar conta de entrar em contato com as experiências antigas, sentindo-se seguro para isso.

Fase 3

É a fase de Avaliação onde as cenas selecionadas no plano de tratamento são trazidas para dar inicio ao processo, avaliando o grau de perturbação que elas geram no paciente.

Fase 4

É feita a dessensibilização através da visualização da cena, de um pensamento negativo autorreferente associado a cena e da estimulação bilateral dos hemisférios cerebrais, feita através do movimento ocular, ou da estimulação tátil ou auditiva, visando com isso diminuir a vivacidade e a emocionalidade da memória trabalhada.

Fase 5

É feita a instalação da crença positiva, ou seja, é oferecido ao paciente uma perspectiva positiva, de aprendizado com relação ao evento.

Fase 6

É para checagem corporal, se alguma perturbação persiste ou não.

Fase 7

Ocorre o fechamento da sessão que pode ter sido completa ou incompleta, definindo como será o processo no próximo encontro.

Fase 8

É realizada uma reavaliação do episodio trabalhado na sessão anterior.

Estudos

O EMDR é uma terapia baseada em evidencias, ou seja, desde que surgiu ela vem sendo testada e estudava dentro dos parâmetros científicos correntes e os resultados obtidos comprovam a eficiência dessa abordagem. Essa é uma característica muito especial dessa abordagem porque, por mais estranha ou diferente que seja ela comprovadamente funciona.

 

Quero entender os estudos

Existem alguns estudos atualmente que tentam entender como ela funciona no cérebro mas ainda não existe um consenso. Na pratica, isso não faz muita diferença porque nenhuma abordagem psicoterapêutica tem essa explicação, então, o EMDR acaba sendo mais uma a procura dessa resposta.

Outra coisa que precisa ser levada em consideração é que os estímulos bilaterais que usamos no EMDR são parte do processo psicoterapêutico, e não o processo inteiro. Uma autora israelense utiliza uma analogia que eu acho muito interessante. Segundo ela, dizer que a cura no EMDR se dá porque mexemos os olhos é a mesma coisa que dizer que nas outras abordagens psicoterapêuticas a cura acontece porque mexemos os lábios. É óbvio que o processo é muito mais complexo que isso. Atualmente, o protocolo clássico tem 70 pontos que precisam ser seguidos. As pesquisas atuais tentam entender o papel de cada um desses pontos, os que são necessários e os que não são, mas o fato é que por enquanto, todos eles juntos e bem aplicados garantem a eficácia do tratamento.

"Devido a problemas que não resolvi no passado, comecei a ter crises de pânico. O Fernando foi pontual com o tratamento e hoje não tenho mais crises, vivo normalmente e consigo resolver minhas questões psicológicas. É um tratamento que muda vidas. Rápido e eficaz."
B.V. - Paciente que sofria de síndrome do pânico

Currículo

Fernando José Daibert de Araujo

Formado em Psicologia pela Universidade Estadual de Maringá em 2007

Especialização em Análise Institucional, Esquizoanálise e Esquizodrama pelo Instituto Felix Guattari de Belo Horizonte em 2009

Curso Clinica do Acompanhante Terapeutico no Instituto A Casa em São Paulo em 2012

Formação em EMDR pelo EMDR Institute em Curitiba em 2014

O Cérebro e Psicoterapias: sobre a neurobiologia do processamento de informação, curso feito em São Paulo em 2015

Caixa de Ferramentas EMDR. Workshop feito em Brasília em 2016

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Fernando Araujo – Psicólogo – CRP-PR 08/13531